Mooorra!!!

04/09/2005 18:58
deu vontade de escrever.

eu tava almoçando hj no shopping, e vi como eu me tornei uma pessoa impaciente e intolerante.

de onde eu tava sentada, dava pra ver um casal tirando trocentas fotos em frente a um chafariz só os queixos lá no Nórs Xópi.

peeeeeeeeloamorde, que pobreza! isso é programa de fim de semana?

"Mãe, vou pro shopping com o Vilebaldo (ou qualquer nome estrambótico), tirar foto no chafariz!!!"

me poupe!

estou saindo da minha fase Foda-se e entrando numa fase Mussum... amei uma frase dele que achei na net:

"Sou enfezado! Se vejo uma placa Não Pise na Grama, piso na placa!"

iiiiiiiiieeeeeeeeeeeeeeeeeiiiiiiiiiiiiiiii!!!
enviada por Raquel Geller



04/09/2005 18:52
=== ESPAÇO RESERVADO PARA O POST DO PECÉM ===
(tô terminado o texto)
enviada por Raquel Geller



24/08/2005 16:59
Ressurrecto de uma outra mulher, pois este é outro rio, Heráclito!

Numa fase FODA-SE, lendo loucamente, escutando loser manos tão loucamente quanto...

Esse template indie não vai ficar muito tempo... Estou
editando outro, tá? É só pra tirar a dúvida da minha identidade
pseudo-cult-indie-poser-wannabe-whatever...

Para terminar, cito o poeta, compositor e artista completo (além de lenda!) Thiago Ferris:

Carneirinho de Ouro,
Carneiro vem me levantar!
Tu és chaveiro, alma do outro mundo...
Me leva pro Mar...

enviada por Raquel Geller



21/08/2005 18:13
voltei.
mesmo.
minha amiga pterodáctilla disse q o blig quer ser gente e está permitindo a nós, lisos e mortais que mexamos no nosso parco html.
vou varrer tudo o que tem que ser varrido.
don't worry, folks.

em breve, em breve...
enviada por Raquel Geller



17/04/2005 23:08
só pro morra não terminar de morrer.
tô de blog novo, mas quero o q escrevi neste... quem sabe se torne algo maior, um dia...
endereço novo, layout paia, ainda:
http://www.eueoparanjana.zip.net
enviada por Raquel Geller



26/11/2004 17:57
sai, teia de aranha.
.
Passei só pra dizer que lá no yakult foi criada a maior e melhor comunidade do muuuundo!!! Méu Ámigo Tóbias...
.
Apareçam...
.
Talvez eu volte... Um dia eu volto, quem sabe...
enviada por Raquel Geller



13/07/2004 00:24
Ficar em casa sem fazer nada...
Oh, glória!!! Passei o dia bundando! Só saí pra comprar um croc, mas voltei correndo pra minha caverna.

Assisti Miss Congeniality (in English). Estou tão orgulhosa...

O problema de não fazer nada é porque você fica sem coragem pra fazer qualquer coisa, ou seja, inércia estática. Eu não li nada, nem estou com coragem para tanto. O dia passou voando, e quando eu penso que amanhã vou trabalhar, me dá uma dor no juízo.

+++

Hoje eu estava conversando com a minha mãe, no quarto dela, e a TV tava na Globo, passando malhação. Meu povo, o que é a voz daquela """""protagonista""""" (assim, cheio de aspas, mesmo!)??? Não consigo nem avaliar a atuação, porque dá uma gastura tão grande daquela cunhã budejando, gúa! Nem o Pato Donald Gripado fala tão estranho.

Não faço idéia do tipo de favores aquela criatura teve que prestar para conseguir aquele papel... Se bem que estamos falando da malhação, um reduto de rostinhos bonitos fadados ao ostracismo...

Tirando a Priscilla Elefantine, de quem eu não gosto, mas que já protagonizou coisas além do eteeeeeeeeeerno Romeu e Julieta vespertino, acho que mais ninguém se salvou. Se salvou, não deve ser citado...

+++

Saudade de ontem. Saudade de antes de ontem. Vontade de o tempo andar pra trás, ou, pelo menos, encoleirá-lo, tentar domá-lo... Mas, como areia nas mãos, ele foge.

Nostalgia boa, no limite para ficar perigosa. O presente nunca satisfaz. Se o faz, já é como passado, como uma lembrança, como uma secundidade.

+++

Hoje o tempo voa, amor...
Escorre pelas mãos
Mesmo sem se sentir
Que não há tempo que volte, amor
Vamos viver tudo o que há pra viver
Vamos nos permitir...


VAMOS NOS PERMITIR...

enviada por Raquel Geller



12/07/2004 02:22
Voltei ao meu primeiro layout.
É um retorno às origens, uma volta para simbolizar reinício.
Este blog está fadado ao fim. Não por mim, mas por sua pobreza de recursos. Estou procurando um novo, mas não posso me furtar a postar no meu bebê (oh, glória!!!)...

+++

Sexta fui pro Paulinho Moska. Foi uma análise, praticamente... Pessoas legais, escutar coisas legais; músicas e os amigos. Brigada, Johnny. A recíproca é verdadeira.

Antes de sair de casa, disse pra minha mãe que ia pro show do PM, e ela perguntou quem era. Então eu disse que ele era do finado Inimigos do Rei. Ela perguntou se ele ia cantar Uma Barata chamada Kafka, ou Adelaide, Minha Anã Paraguaia...

Depois do show (sem comentários: PERFEITO!!), fomos falar com ele, eu o Luis; putz, como ele é simpático! Fala com todo mundo, abraça, é super legal... Diferente dum povo véi que passa na calçada da TV diário e pensa que é a última coca-cola que matou Kennedy gelada do deserto...

Neste momento tiete, pedi prele cantar Suzy Inflável, uma faixa do disco do Inimigos... Não é que ele cantou? Foi show...

+++

Sábado sem dormir; centro, comprar tecido, casa do Thalles, internet!!! Fiquei corujando até cair, babando no teclado perto das 9 da noite... Agora sou uma pessoa orkuteada; alguém quer ser meu amiguim?

+++

Pessoas balbuciantes em mi casa; Lasanha e um peleja pra pintar os convites... muito legal! Mas tô toda engembrada... Quem estiver inscrito no ENECOM, sexta vai ter comédia.

Olha só fotinhas de hoje!!!


Bendita tela, quando não tava engasgando...



Marcela coisando; Paulo vigiando...



Adivinhem de quem é esta mão pudriça!!!


Essa é a melhor!!!


Prestem atenção na foto; quem é a pessoa da ponta esquerda? Que revista é esta ao lado dela?

+++

Tchau, povo...
Vou dormir...
enviada por Raquel Geller



16/05/2004 14:07
Meu, povo, que ódio do blig...

não troca mais nada, este cão.

Troquei meu layout no Unidunitê, mas não faço a mínima de como ele seja.

Só estou postando para avisar aos pottermaníacos que quem vai fazer o Voldemort no Harry Potter e o Cálice de Fogo é o John Malkovitch (ai, ai, quero ser John Malkovitch...

bjão pessoas...

Se o blig não me expulsar, e se tudo der certo, mês que vem tô com o meu pc e com net na minha my house....

See ya.
enviada por Raquel Geller



30/03/2004 19:12
Como se pode mensurar a seriedade com que são contratados (mediante concurso) os digníssimos professores da dileta instituição federal cearense de ensino superior?
Será que a Solange anda fazendo escola num nível superior (literalmente!), especialmente em comunicação??? O que será de nós? O que será do mercado que vai escutar estas blasfêmias sendo arrotadas como verdades absolutas???


PÉROLAS UNIVERSITÁRIAS




Professor também NÃO é cultura!!!


"O Papa normalmente morre de madrugada..." baseado em qual pesquisa de mercado, mesmo?

"O Diário do Nordeste tem um problema de Risistro Gráfico." Peloamorde!

"O início da comunicação se deu com a palavra." Vamo não ter lido um livro de teoria da comunicação, mas deste jeito?

"Porque um badaluque da China é bem mais barato que outras produções?" Badulaque, né meu tio?

"As pessoas se degladiavam para provar seus pontos de vista." báááásico, mas imperdoável.

"O publicitário tem OBRIGAÇÃO de fazer amizade com fotógrafos, cantores, compositores, para que eles lhe sejam úteis no futuro." É isso aí, cobra comendo cobra, e pescoços quebrados como degraus... este é o espírito (de porco!)...

"Vocês estão pensando o quê? Que cardiologista só cuida de coração e ortopedista de pé???" Ninguééééééééééém mereeeeeeeeeeeeeeece!!!

Aconteceu na Nova Zelândia...
enviada por Raquel Geller



27/03/2004 19:24
Vocês já tiveram a sensação de que conhecem um lugar mas não conseguem lembrar de onde? É quase o que eu tô sentindo entrando na página do blig.

Ai, que saudade da época em que eu não tinha tantas coisas pra fazer... Ao mesmo tempo, é muito bom poder se dedicar ao que você sempre quis trabalhar.

Tô louca, acordando cedo (até hoje, sábado, levantei 9 horas - ninguém mereeeeeeeece!!!), lendo desesperadamente, mas vai valer a pena...

O que me entristece é o "isolamento" (se é que se pode dizer isso) em que estou entrando...

Tenho saudades dos meus amigos, de sair, de conversar miolo de pote, mas, como eu disse pro meu amigo Juin depois que recebi um i 1/2 intitulado Sua Baitinga, porque eu faltei ao aniversário da Cobra, eu tava precisando de um choque de realidade...

mâni, tu é gud, nóis num révi... se nóis revasse, nóis num tava aqui uorkando, o nosso uork é pleiar...
enviada por Raquel Geller



09/02/2004 09:23

Loucuras que só podem acontecer nas Sextas Amarelas



A Yellow House, toda sexta, tá promovendo exibição de filmes. O tema do mês de janeiro foi: filmes adaptados de grandes livros.
Formamos um grupo pra assistir estas exibições: Alhen, Márlio, Deagol e Luana. O Johnny e a Dadylla estão sempre lá, nem sei ao certo se vão pra assistir mesmo os filmes... (tchu-ru-ru-ru...)

O primeiro filme (e o mais marcante, sem dúvida!) Foi "o Processo", de Franz Kafka. O Johnny já tinha lido, e fez loas à obra. Além disso, Kafka é mais do cult, com o seu metamorfose.
Começamos atentos, mal respirando, pois qualquer suspiro mais longo seria fatal na compreensão da película... Ao redor, pessoas boquiabertas, olhos em transe, e eu pensando cá comigo: "Será que só eu não estou entendo nada desta m****?"
Então, mofí Alhen, que mininu telepata, tenho certeza que ele chorou na minha barriga (é o que a minha avó diz quando os filhos 'percebem' que passa com a mãe), virou-se para mim, sombrancelhas arriadas de desespero, voz chorosa e disse:
- Mamãe, eu num tô entendendo nada!
- Nin-guém tá entendendo nada, mofí. Relaxe e olhe as figurinhas passando aí na sua frente...
Ele se virou pro Deagol, que estava a babar, e perguntou se ele tava entendendo, e ele, prolixo como sempre, falou: "lógico!"
Nessa brincadeira, já fazia meia hora que a doideira tava rolando, quando eu desisti de levar o filme à sério. Daí por diante, descortinou-se na nossa frente o inusitado: Kafka, adaptado e dirigido por Orson Welles (aqueeele, do Rosebud), tornou-se uma das comédias mais comédias que eu já assisti.
A mulher com a perna terréc-terréc, o homizin que a mãe dele passou açúcar ao inverso de talco, os ovos queimando quando convidado para uma noite de amor, o balé de demissão de advogado, o final a la Papaléguas, que só faltou ver na dinamite a marca ACME... e os aplausos!!! Ovacionado, como toda obra-prima merece ser, o público rendeu-se à loucura e à psicodelia do universo kafka-welliano. Eu recomendo!

Na semana seguinte, assistimos "Notas do subterrâneo", de Fiódor Dostoiévski. Muito bom. Em certos momentos lembrava a comédia do filme anterior, mas era bem mais compreensível. O protagonista era o conjunto de tudo o que não prestava, mas todos, de certa forma, se compadeciam dele. Afinal, quem não temos cousas trash que nos marcam a personalidade???
Menção honrosa à nota no fanzine do dia, que comentou a presença dos comunicólogos na sessão anterior, e o fato de o filme ter sido um sucesso (???)...
É óóóóóóóóbvio que este também foi aplaudido assim que apareceu o dê-endi.

Sexta passada começou o tema circo, e, apesar da redundância do título, ("O Circo", de Charles Chaplin), foi inefável. Destoando um pouco da linha de comédia anterior, que era mais disfarçada, esta nos deixou à vontade para bolar de rir nas cadeiras.
Outra menção à sessão ovacionada de Dostoiévski.
Nojo explícito na cena hilária dos macacos, que pediam pro Chaplin levá-los à roda gigante de um jeitinho todo especial, além de enfiarem o rabo na boca dele (eca, esta frase ficou noscienta, mas é a mais pura verdade!)

O filme terminou oito e vinte, mas eu cheguei em casa só onze horas. Aviso aqui, que eu vou ser a maior rapariga de soldado se eu entregar de novo o $$$ da passagem pro Deagol pagar a minha. Toda topic rélha que passava, ele botava uma banca diferente, além das personas ficarem nos segurando na parada (né, Márlio, Alhen, Luana e Jedi???)
Teve conversas impróprias para menores (de 1,60m), mas deixamos a Luana e o Márlio ficarem lá.
Pir******** e pegadinhas...
Foi muito legal.

Aviso: Nesta sexta tem "O maior espetáculo da Terra". Não perdam!!!
enviada por Raquel Geller



09/02/2004 08:34
Ênis ânus sem escrever.
Pardon (Johnny), personas, mas a correria tá grande!
A Ajença Júnho tá pegando fogo, tô estagiando (que legal, que legal!!!), tô assistindo muitas coisas.
Devo desculpas aos meus amigos, que ando meio sem tempo de estar próxima.
Sei que eu tô meio baratinada, mas, I promisse, vou me ajeitar.
Valhew!
enviada por Raquel Geller



09/01/2004 14:33
Réveillon 2004 - A Saga

segunda-feira

Ninguém sabia como chegar, muito menos quem ia na realidade. Um grande buraco nos aguardava. Apenas o nosso host e guia conhecia (sadicamente) para onde nos levaria.
A vela oficial (eu, lógico!) vai entre os dois casais rumo ao desconhecido Trairi. Os outros três Hobbits (Diego/Frodo, Alhen/Sam e Márlio/Pippin), junto de Vlêbz/Gandalf nos aguardavam na OrangeHouse.
A Sociedade do Anel se fez. Os nove iniciamos uma perigosíssima aventura. Fomos para a pracinha, ao som de éééééé uóti, tchíquêin???, mas só restavam acordados o seresteiro e sua família, que tentava escutar nossas críticas com seus Sonic 2000, segurando suas facas Ginsu para um eventual ataque. Mas eles não contavam que tivéssemos em mãos uma meia Vivarina, que nos protegeria.
Depois, instituímos o ritual que foi seguido quase todas as noites: jogamos dicionário. Diego Satânico deixou que gastássemos nossas energias e fôssemos dormir pouco antes da alvorada.

terça-feira

Primeiro obstáculo: O músculo da vaca malhada que compramos estava estragado, o que nos levou a crer que a ruminante, na realidade, tomava anabolizantes. Tivemos que começar a usar nossa preciosíssima reserva de salsichas.
Neste momento o Taz entra na casa, destruindo qualquer par de peitos ou bundas ao seu alcance; a grande vítima foi a Kafa, que ficou só as tiras, mas se manteve forte o suficiente para o fim da sua jornada.
Diego chega, com seus olhos doces e voz mais ainda, dizendo: gente, vamos pra lagoa do Kruz-kraz-krez-kis??? Lá é muito legal, e é só 20 minutos de caminhada...
Todos, chorosos, concordamos com aquele pedido tão belo. 1 hora depois, se eu ainda conseguisse mexer minhas panturrilhas, teria matado este baitinga!!! Chegamos. A água azul, as dunas branquinhas... e o grande falo que habita a lagoa. Valeu a pena... Nem liguei por ter pego uma esquistossomose... Só vai me matar daqui a vinte anos, mesmo!
Na volta, o prêmio: achamos os originais dos chocolates do Fofão (a validade era Junho de 1984). Nos devolveu um enésimo da força que já não tínhamos mais. Esta noite, sem pracinha: dez metros de distância era muito para nós.
Ficamos conversando miolo de pote (por exemplo: vocês sabiam que o Diego sonha em colocar o nome do filho dele de Frank Augusto?) até 2 da manhã, então a chinela mágica entrou em ação, e subitamente nos lembramos do percurso do dia seguinte.

quarta-feira

Eu não sabia qual era o pensamento mais forte: Eu vou morrer aqui, no meio do nada ou eu vou matar o Diego!!!
Saímos antes das oito da manhã. Se alguém me perguntar se eu faria aquele percurso Kamikaze de novo, eu respondo: NEM A PAU, BABY!!!
4km de areia fofa. Nem nos pesadelos em que eu morria eletrocutada era horrível deste jeito. Na primeira parada em cima das dunas, se eu tivesse fôlego, teria pedido pro Luís ligar pro resgate, porque eu tinha a mais absoluta certeza de que, de lá eu não sairia viva. Pior: nem os urubus iam me achar lá... Eu só não chorei porque tinha que canalizar todos os meus músculos para realizar o Caminho de SanDiego de Escangotela... Baitinga, mil vezes baitinga!!!
Depois das dunas do cão (a prova de resistência do nosso No chilique), teve a prova de inteligência, no coqueiral. Metade da sociedade seguiu pelo caminho da ilha das flores, mas encontraram lá as carcaças dos que haviam tentado antes de nós e fracassado...
Chegamos no Guajiru só o pirão, e ficamos duas horas rezando um rosário pra mãe do Diego chegar e nos dar carona.
Quando ela chega, qual não é a nossa surpresa (pra não dizer ÓDIO), ao vermos os novos integrantes (Luana, Helyenay, Gecíola, Bruno, Natália, Tiago e Carol) banhados, limpos e descansados sentados na boléia, e nós, à beira de um ataque de qualquer coisa, fomos pendurados na carroceria. Tudo bem, eu achava que a minha posição era ruim (eu estava segurando na Dadylla, que segurava no Diego que estava opendurado no Puta-merda. Além disso, o Márlio tava com a cabeça na minha bunda, e o Thhhhhhhhiaghhhho tava mirando os chifres dos sobreviventes nas minhas pernas), mas o mofí Alhen estava numa situação um tanto quanto descrocante com o meu genro Bruno. Não sei o que rolou ao certo, mas era um Gecíola, olha aqui o Bruno... o tempo todo.
Chegamos à casa e algumas pessoas se revelaram como exímias bombeadoras (né, Luana???). Era gente indo pra praia e a Luana bombeando... Todo mundo indo dormir e ela bombeando... Tava treinando pra quê, hein???
Praia da Fleixeiras. Fazia tempo em que eu não me sentia tão pobre, mas então fiz de conta que estava numa festa dentro de uma concessionária da Toyota, e o sentimento diminuiu um pouco. Êêêhhh fogos... Êêêhhh feliz ano novo... Êêêhhh vamos deitar na areia... Uuuhhh vamos pra casa, dormir...
Eu ainda não sei como coubemos todos pra dormir... deve ser uma mágica de Réveillon... Só quero dizer que dormi na baladeira sozinha porque aquela rede não era de confiança, e se tivessem me chamado pra suíte presidencial eu teria ido na maior, tá???

quinta-feira

Gemidos. Imprecações. Alhen G. W. maldiz sua noite, contando que a única coisa boa foi ter achado outra utilidade para a sua chinela: travesseiro.
Para completar as nossas mazelices, perdemos o õinbu, e, só pra não perder o costume, voltamos na carroceria de um utilitário. A primeria grande alegria do ano foi uma perna dormente que apareceu bem pertinho de onde eu tava (hauhauhauhau)... Aaahhhhh, professor, isso é muito bom!!!
Desta vez, ir pro Kruz-krz-krez-kis foi fichinha... Banho perfeito, falo idem. Diego deu um murro na minha cara. Tudo bem, eu deveria estar acostumada, depois que ele disse que eu era mais chata que um porre de vinho tomado com fome e sentado...
A vingança veio à galope... Ou melhor, à barca... Depois de eu ter deslocado o maxilar e perdido duas costelas de rir da Gecíola morrendo e da escrava da senhorita Scarlett na barca, sabe Deus como conseguiram (sujeito indeterminado, mesmo) convencer o Diego (que tem medo de altura) a ir nesta doidice de novo. Valeu a pena: o cheiro do medo que dele exalava quase acabou com a minha sede de vingança. O mofí não conseguia nem levantar a cabeça... Tenha vergonha, Diego: até a Gecíola estava rindo de ti... Tudo bem, aceito que deve ter sido horrível, pois eu quase me estabacava lá de cima...
Estávamos ainda passando mal de rir, quando Alhen foi fazer um passo de boysband e, ninguém consegue explicar, fez quase o passo do Michael Jackson... Foi quase mesmo, porque ele bateu no chão... mas isso não tornou o passo menos incrível: com um choque perfeitamente elástico, ele voltou para a sua posição inicial, e, para completar, iniciou uma reação em cadeia: todos os presentes foram caindo, um a um, no chão, mooooooorrendo de rir... O póbi parecia uma vassoura caindo... Ah: o Diego não viu!!! Bem feito, ero-ero...
Jogamos imagem&ação. Tivemos até platéia na praça. Os cabeludos ganhamos, apesar de mímicas como a do padeiro, tivemos recordes mundiais, como a mímica do embaçar... Menção honrosa para a mímica que o Tiago fez para o pipoqueiro ;p
Bavariar, ainda fomos jogar dicionário. Eis aqui um breve resumo da ópera e dos alfarrábios alhescos:
bodogue: ritual de celebração, após o casamento, de povos africanos. 2 dias de danças e festejos ao redor da tribo.
pandulho: comida típica de região centro-oeste feita à base de trigo, leite, ovos e frutas cítricas.
rapapé: dança portuguesa, típica do século XVII, semelhante à quadrilha francesa.
Tudo isso hoje faz parte da cultura dos aborígenes peruanos.

sexta-feira

Luana vai embora na surdina.
Mundalua. Bigode trouxe a gente. A praia é espetacular. A barra, coalhada de areias malfeitiças é o point. Johnny ficou menor que a Dadylla... ai, que fofo!!! Que vista perfeita, que lugar perfeito... Eu já tinha ido pra lá, mas relamente não havia feito jus à beleza da praia...
Estou muito feliz com a descoberta da minha família. E estou esperando a foto para comprová-la.
Mais pessoas abandonam o reality show: Dadylla, Johnny, Luísh, Kafa e Natt. Não gosto de despedidas. Desci voada para jogar vôlei com os meus mais novos amigos de infância: o Iuri e o Misael. Que cidade hospitaleira. Ao Mundaú, só loas tenho a fazer.
À noite fomos fazer a nossa especialidade: falar putaria. Apesar de a parcinha estar lotada, fomos o hit de lá. Cremosas e Chuviscadas, ponham suas orelhas de molho...
Noite tranquila. Éramos 9 de novo. Saudade dos que foram. fomos dormir cedo (pela primeira vez na vida) para aproveitar o dia seguinte.

sábado

Dormimos até a morte. Tiago e Carol já sofrem pela sina de perder transporte, mas encontram uma pessoa de coração puro que os ajuda. Os 7 (vampiros?) vamos para o outro lado da barra do Mundalua. Diego e seus filhos seguem na frente, e eu pergunto:
- Dinhêigo, falta muito?
- Não. São só umas dunas que a gente vai atravessar...
- O quêêêê??? Me dê a chave, que eu vou voltar.
- Mas Geller, quando a gente chegar na mais alta, desce de skibunda...
- Me dê a chave!!!
- Se não quiser descer de skibunda, pode descer à milanesa.
- ME DÊ A CHAVE!!!
Não sei como, continuei. Areias malfeitiças, fluffy sand, barcos... e uma das vistas mais estonteantes da minha vida. Fiquei sentada na areia tentando fotografar aquela imagem na minha cabeça. PER-FEI-TO!!! Valeu a pena, ê-ê...
Voltamos na mais desabalada carreira. Macarrão à Carbonara. Arrumamo-nos para a praça, lotada. Quando lá chegamos, quem é que vimos primeiro? Taz. Eu cortei logo a aproximação, com esta simpatia que me é peculiar. Helyenay foi a bola da vez. Ela só se livrou depois que o demônio da tazmânia quase arrancou o nariz do Alhen.
Fomos expulsos da roda gigante. Quase morríamos eletrocutados, mas foi legal.
Grupo Flatos. Grande atração da noite. Grupo de dança especializado em dar novas roupagens para noivas e adjacências. Indescritível. Hilário.
O futuro prefeito do Trairi investiu muito e levou um grupo para cantar(?) na praça. Alguns nos chamam de Trairetes, mas negamos esta alcunha. Nosso empresário e também cantor Bruno Como Ti Amo está em franco processo de contatos e produção do CD.
Para fechar a última noite com chave de ouro, uma discussão sobre a queda da letra H, baseada na gramática alemã e nos ensinamentos da cadeira de Filologia Românica (é isso mesmo, Alhen?)...

domingo

Barão Vermelho está fazendo show do meu lado. Lembrei-me vagamente que íamos para a lagoa da barriga-d´água. Virei pro outro lado e capotei. Dez e meia a pé-queimado baixou em mim e fui lavar a louça. Alhen G. W. levanta-se, feliz da vida, por eu não ter vindo chamar ninguém para se arrastar até o point dos caramujos.
Helyenay, Gecíola e Bruno vão pra rodoviária. Como todos os que foram antes deles, perderam o primeiro ônibus. Normal.
Taz aparece para se despedir com um brilho estranho nos olhos. Quando percebemos, ela começou a açoitar o mofí Alhen. Márlio se arrisca para salvá-lo, mas também cai na sua ira. Se não fosse meu charme e inteligência, eles ainda estariam sendo surrados.
Volta tranqüila, ao som das pérolas. Em Fortaleza, deixo minhas unhas dentro do carro.
Alhen e Márlio vão para minha casa e sofro um assalto: 8 livros de uma vez só.

veredicto

i. Foi uma viagem MA-RA-VI-LHO-SA... Pessoas-comédia! Apesar das caminhadas (peeeeeeeeeeeense no eufemismo!), foi mutio bom.

ii. O nome do Diego está presente a cada três palavras porque ele realmente foi o grande protagonista da Sociedade do Anel.

iii. Quando vai ser a próxima? Hein, hein???
enviada por Raquel Geller



13/12/2003 22:12
Estou muito orgulhosa das cachacei... ops! das cantoras integrantes do já famosíssimo grupo Garotas do Erecom!!!
As popstars estão sendo assediadas, e já chegou até o nosso agente o número de 5000 fã-clubes do grupo!
E as famosas somos: Camila Tiquira nas Cabeça, Dadylla Summer Ossinhos Protuberantes, Luana Gorótrícia, Paula Só um Sonrisal pra Rebater e eu, Raquel Sóbria Geller.
Em detrimento do demasiado assédio, resolvemos sair do circuito musical no auge, até porque, daqui a uma semana, o hit será outro...
Desta forma, quem presenciou o evento, pode se denominar um felizardo, contar para seus filhos e tudo, e quem perdeu, mooooooooooorra!!!
enviada por Raquel Geller






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